(Lusa) A ministra da Justiça manifestou, entretanto, o seu “pesar e consternação” pela morte da advogada, que cumpria o seu dever, “defender o cidadão”.

“Lamento a morte da senhora dra. Natália de Sousa, no desempenho da profissão que abraçou, tornando-se alvo dos que desprezam a verdade e a Justiça. Justiça que se fará”, escreveu Paula Teixeira da Cruz num comunicado divulgado pelo ministério.

Aos “colegas de profissão” e à Ordem dos Advogados (OA), a ministra manifestou ainda a sua “profunda solidariedade”, apelando a um trabalho conjunto para a “melhor protecção do advogado”.

Numa nota em que manifesta o voto de pesar, a OA indica que “dadas as condições em que ocorreu a morte” de Natália de Sousa e por respeito à família, a bastonária “não irá prestar declarações à comunicação social”.

Também o Conselho Distrital de Évora da Ordem dos Advogados, liderado por Carlos Florentino, manifestou hoje “o mais profundo sentimento de pesar pela morte trágica”.

Em comunicado, o órgão realça que foi “assassinada, no seu escritório, no exercício da sua profissão e por causa desta”.

“Profundamente consternados, associamo-nos à sua família e a todos os colegas, no sentimento de repúdio a tão trágico acontecimento. O Conselho Distrital de Évora irá tomar as providências que se revelarem adequadas”, pode ler-se no documento.

*notícia atualizada com reação do Conselho Distrital de Évora da Ordem dos Advogados

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